<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102</id><updated>2011-08-15T18:35:22.084-03:00</updated><category term='Tempo'/><category term='Nietzsche e Foucault'/><category term='Pink Floyd'/><category term='Simondon'/><category term='subjetivações'/><category term='Tonal'/><category term='autor'/><category term='proximidade'/><category term='programa da disciplina'/><category term='Deleuze'/><category term='Drogas'/><category term='sujieto'/><category term='Corpo'/><category term='Nagual'/><category term='Castaneda'/><title type='text'>e-subjetivações</title><subtitle type='html'>Processos de Subjetivação: rede conceitual e o campo das práticas em  Foucault, Deleuze, Guattari, Simondon e  Nietzsche</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Kleber</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_QFrtacFnPyI/Sx9tG6J3gjI/AAAAAAAAACA/AA-0wSFsH2w/S220/DSC00235.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-1065163042634870550</id><published>2008-11-05T09:58:00.004-03:00</published><updated>2008-11-06T23:06:41.559-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sujieto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='proximidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='autor'/><title type='text'>Quem é o autor? quem é o cantor? quem mexeu no meu queijo?...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É difícil escapar dessas perguntas: quem fez isso?; quem fez aquilo?; quem é o sujeito da ação? ou melhor o que há por trás desse sujeito da ação, que possa explicar determinada ação? Percebo que hoje em dia, cada vez mais, se busca apronfundar os acontecimentos, com o intuito de trazer a tona a verdade deste. E nesse movimento pontos de problematização importantes se perdem numa busca por uma Verdade, a qual resumiria tudo o que se passou. Posso dar exemplos bem próximos a nós acadêmicos, mas que nos passam tão distantes. Vamos ao exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desde a semana passada a UFS, ou melhor, uma parte da reitoria foi ocupada por um grupo de estudantes tanto do campus de São Cristóvão, quanto de Laranjeiras, motivados por uma deficiencia, senão, descaso, da política implementada pela reitoria quanto a assistencia estudantil voltada aos estudantes, residentes, do campi de Laranjeiras. Só pra se ter uma idéia, os residentes de Aracaju recebem um bolsa de aproximadamente R$ 720,00 para manter o local onde vivem: comprar alimentos, pagar agua, luz, telefone...os residentes de Laranjeiras recebem algo em torno de R$ 400,00 para se manter, sendo que existem residencias por lá que comportam até 9 estudantes. Estes estudantes, já há um tempo, demonstram que esse dinheiro não é suficiente, levaram a conhecimento da responsavel por distribuir e administrar essas bolsas planilhas nas quais expoem a insuficiência. Segundo as informações que tive de alguns estudantes, essa pessoa responsável não está de acordo com o que vem sendo apresentado pelos residentes e ainda, promove perseguiçao a aqueles que são mais persistentes nas cobranças, tendo até suspendido uma das bolsas...bom, pra nao delongar mais essa historia, porque quero pegar um ponto dela, eu fui ver como andavam as discussões sobre essa temática na comunidade da UFS no Orkut. E qual foi minha "surpresa" ao ver que nao havia discussão. Um dos estudantes envolvidos na manifestaçao postou informações sobre o que estava ocorrendo, porém o que mais se discutiu não foi sobre a política de assistência estudantil da UFS, ou a perseguição, mas sim sobre o apelido usado por esse estudante em seu perfil do Orkut: "Nazi"...as pessoas falavam coisas do tipo "como vou dar atenção a um tipo de manifestaçao dessas se quem a está informando é alguem com alcunha de Nazi, que deve ter algo a ver com Nazismo?"...e por ai se tomou a discussão...passaram a falar do passado de alguns integrantes, do que eles fazem cotidianamente, como se vestem, bla bla bla....Como falei, em nenhum momento alguém partiu pra discutir o que vem acontecendo em nossa universidade há um tempo, desde a implementaçao dessa politica de expansão, REUNI e o escambal..que tipo de efeitos isso está produzindo no modo de funcionar da universidade, que tipo de corpo, seja docente, discente, tecnico (pouco importa) está sendo produzido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esse exemplo, queria trazer para mais próximo de nosso cotidiano as discussões que nos atravessaram na noite de ontem e outras noites...venho percebendo, não só em nossos encontros, como em outros, que nos parece difícil fazer esse tipo de exercício. Apesar de fazermos questinoamentos sobre modos de vida diversos, mas a vezes nos falta ou nos passa batido, nos aproximar do que nos está proximo, mas distante...claro que não quero aqui desqualificar o que estamos ha um tempo problematizando. Mas penso que autores que nos são mais atravessados, como Foucault, Deleuze, Guattari, etc, tinha esse tipo de movimento nos exercicios de pensamento deles, de partir de algo que os estivesse mais próximo, pra poder problematizar os modos de vida aos quais estavam imersos. Acho que como Dago trouxe ontem, não basta só entender o que eles quiseram dizer com determinado conceito, mas de que forma ele pode funcionar no meu modo de vida, seja no trabalho, na universidade, no meio de uns agarros, etc.. e acho que pra isso é preciso que nos atentemos mais ao que nos rodeia. E muitas das vezes acabamos que indo "para além do que se vê" para fazermos determinada discussão. Quando estavamos discutindo a proposta da disciplina, fui bem enfático na minha contraposição quanto ao voltar ou nao para os textos passados, porque achava que esse movimento minaria essa atençao para o que estava nos rodeando naquele momento e que achava - e de certa forma ainda acho - que nos estava escapando. Estajamos atentos, então hehehe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;blog do movimento da ocupaçao: http://ocupacaoufs.blogspot.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-1065163042634870550?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/1065163042634870550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=1065163042634870550&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/1065163042634870550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/1065163042634870550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/11/quem-o-autor-quem-o-cantor-quem-mexeu.html' title='Quem é o autor? quem é o cantor? quem mexeu no meu queijo?...'/><author><name>Helmir O. Rodrigues</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_LoZ-3iGnNhw/R8dQzwrHMBI/AAAAAAAAAA4/k55HyqXhUBI/S220/eu5.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-2925103953056384246</id><published>2008-10-29T07:46:00.001-03:00</published><updated>2008-10-29T07:54:44.289-03:00</updated><title type='text'>Será que é assim?</title><content type='html'>Suponhamos uma família pobre e uma criança nela habitando. Não há comida. Para a criança, há sensação desagradável que logo cedo chama de fome e vontade de comer. Não há avaliação. Há reclamos, choramingos, que a depender da mãe, da família, recebe porrada ou compreensão, pequenas e poucas palavras de afago para que possa suportar a dor. Engana-se o estômago. papel ou barro. Não há explicação. A criança sente. Sente e reclama. É do vivo sentir. Não há explicação. Não há transcendência. A criança vive na imanência das sensações e dos seus efeitos corporais. Alguém então diz: você nasceu para o sofrimento. É uma explicação. O mundo das idéias começa a ser habitado. Nasceu para o sofrimento. Mas no plano do corpo não há sofrimento, há sensações. A própria sensação da fome. Um vazio, um silêncio. Algo dentro que se filia a um fora que rápido  pode ser esquecido levado pelo brinquedo. Mas os adultos podem derramar desde cedo nos ouvidos das crianças transcendências, explicações. Normalmente é assim. E normalmente derramam uma explicação negativa da vida, derramam uma linguagem negativa da existência: um mar de dor e sofrimento. Mas trata-se apenas de uma explicação, de uma transcendência, de uma composição de idéias. E tudo isso a golpes de quê? Às vezes de força, às vezes de ritornelos laureados de carinho e lamentos. Produz-se e socializa-se um modo negativo de sentir a vida e de vivê-la.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-2925103953056384246?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/2925103953056384246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=2925103953056384246&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/2925103953056384246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/2925103953056384246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/10/ser-que-assim.html' title='Será que é assim?'/><author><name>Maurício Mangueira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15662944157173736864</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-5854206241565096525</id><published>2008-10-27T09:58:00.008-03:00</published><updated>2008-10-28T09:23:36.751-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='subjetivações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corpo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nagual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tempo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tonal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Castaneda'/><title type='text'>O Corpo sem Órgãos e a articulação com conceitos de Carlos Castaneda</title><content type='html'>Depois de muito tentar fazer o login com uma senha que já não recordo mais, re-fiz essa representação tecnológica para re-tornar às discussões e exposições desse espaço virtual/produtivo. Passo por aqui já me antecipando um pouco, se formos falar de tempo novamente tenho o receio de repetir os mesmos argumentos já antes postados por colegas, mas enfim, falar sobre o corpo e o movimento me ficou mais fácil quando re-li o trecho de Mil Platôs volume 3 onde Deleuze e Guattari falam sobre o Corpo sem órgãos, prefiro me ater somente às discussões em torno das obras e dos conceitos de Carlos Castaneda autor que esses últimos fazem referência no capítulo da obra supracitada. Nessa articulação de conceitos o que Deleuze e Guatarri preferem destacar na obra de Castaneda é a relação entre o tonal e o nagual, desenvolvida em &lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=116716&amp;amp;sid=222117135731731936338767&amp;amp;k5=36B4A438&amp;amp;uid="&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Porta para o Infinito&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. O tonal, diz Castaneda, ou diz Dom Juan, ou diz Castaneda através de Dom Juan&lt;/span&gt;, é o organismo, a organização, o significado, o que pode ser explicado, interpretado, e também o Eu pessoal. "Numa palavra", dizem os autores, "o tonal é tudo, inclusive Deus, o juízo de Deus, visto que ele 'constrói as regras por meio das quais apreende o mundo, logo ele cria o mundo, por assim dizer'."&lt;br /&gt;No entanto, mesmo sendo tudo o que faz parte da nossa realidade, realidade que ele mesmo constrói com suas regras e organizações, o tonal não passa de uma ilha no oceano do nagual: "Porque também o nagual é tudo. E é o mesmo todo, mas em condições tais que o corpo sem órgãos substitui o organismo, a experimentação substitui toda interpretação, da qual ela não tem mais necessidade."&lt;br /&gt;É o tonal que fabrica os estratos. "O nagual, ao contrário, desfaz os estratos. Não é mais um organismo que funciona, mas um Corpo sem Órgãos que se constrói." O ponto que Dom Juan, ou Castaneda através de Dom Juan, ou Castaneda, enfim, o ponto que ele frisa e que parece importante aos autores sublinhar é que o tonal não pode, não deve ser destruído de um único golpe, mas aos poucos. "Porque um nagual que irrompesse, que destruísse o tonal, um corpo sem órgãos que quebrasse todos os estratos, se transformaria imediatamente em corpo de nada, autodestruição pura, sem outra saída a não ser a morte.&lt;br /&gt;Don Juan tenta convencer Castaneda de que o Tonal pode ser mais ou menos fluido, mas o segundo está distraído demais com seu conjunto de problemas conceituais e epistêmicos. Segundo don Juan, o verdadeiro problema do antropólogo é que ele crê dispor de muito tempo. Todos nós, homens comuns, temos o mesmo problema. O Tonal não quer assumir que o seu reinado é passageiro, e por isso nos apegamos a nossa duração. Nós, Tonais Individuais, estamos presos ao Tonal de nosso Tempo. Sejamos ainda mais enfáticos: nós ocidentais estamos presos à idéia de tempo . assim como à idéia de espaço, de eu, de corpo, de alma, etc.... de nosso Tonal&lt;br /&gt;Coletivo.&lt;br /&gt;Sinceramente espero não ter me distanciado muito do cerne das discussões do grupo/blog, mas a reflexão sob essa ótica facilitou para mim o entendimento de conceitos outros que talvez, vistos/experimentados sob outros olhares se tornem mais próximos.&lt;br /&gt;Asta la Vista!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-5854206241565096525?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/5854206241565096525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=5854206241565096525&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/5854206241565096525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/5854206241565096525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/10/o-corpo-sem-rgos-e-articulao-com.html' title='O Corpo sem Órgãos e a articulação com conceitos de Carlos Castaneda'/><author><name>Paloma Sant 'Anna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17701537753404139909</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-3682395813064339695</id><published>2008-10-18T19:12:00.003-03:00</published><updated>2008-10-18T19:54:45.203-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Drogas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corpo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pink Floyd'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tempo'/><title type='text'>Alcool e outras drogas na contemporaneidade.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nessa ultima terça começamos nossas rodas de conversas sobre as temáticas que, nós alunos, propusemos. Como primeiro tema tivemos "Álcool e outras drogas na contemporaneidade". Foi uma discussão muito legal e muito proveitosa. Creio que conseguimos trazer para a discussão variados pontos que atravessam essa questão. Mas teve um que para mim acabou sendo pouco explorado e que por esses dias fiquei remoendo ele e resolvi escrever por aqui, até para dar uma reavidada nesse nosso espaço de discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que me pego pensando nessa temática, um dos pontos que gosto de discutir é sobre a relação que se estabelece entre o usuário e a droga - Desde já quero deixar claro que quando estiver usando a palavra droga, estou me referindo a substancias psicoativas ou narcoticas, como o alcool, maconha, crack, etc... Como se dá isso? O uso de qualquer substância que venha a provocar uma modificação no funcionamento de um corpo requer que este tenha um outro tempo para vivenciar essa experiência. E é nesse ponto que quero fazer minha viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As experiências com drogas em outros tipos de sociedades perpassam todo um ritual, toda uma preparaçao de um corpo para passar por esse tipo de vivência. Sejam rituais xamánicos, do saint-daime...esses utilizam-se das substancias alucinogenas para entrar em contato com seus guias espirituais..mas nao é bem disso que quero falar. Ao entrar nessa vivência, o tempo que cotidianamente eles estao acostumados a "seguir" é, vamos dizer, desprezado. Outra forma de encarar o tempo é construída. Um tempo que permita uma relação entre usuário e substancia, onde estes possam produzir algum sentido frente àquela experiência. O uso da droga está ligado a esse tempo, a um certo espaço (nao necessariamente geográfico, produz-se espaços múltiplos de passagem desses corpos) e de uma certa forma já se tem um sentido prévio para o uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nosso modo de viver, vejo essa experiência como diferente. Cada vez mais nos é exigido um ritmo de vida no qual devemos está constatemente fazendo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;upgrades&lt;/span&gt; do que nos dizem ser importante para vivermos: é adquirir o novo mp7; o mais novo laptop da dell, com windows vista (q por sinal é uma bosta hehhe); saber como está a cotaçao da bolsa de tóquio (sendo assim, é bom ficar acordado de madrugada para acompanhar o pregão hehe); quem é o mais novo ídolo das telinhas; e por ai vai...vivemos num ritmo cada vez mais veloz, onde as coisas nos chegam cada vez de uma forma mais fácil e cômoda, porém da mesma forma que nos chegam, elas se vão. Passamos pelos espaços que nos rodeiam, mas não percebemos, não afetamos e nem somos afetados por eles. É como se toda essa velocidade imposta pela forma que vivemos produzisse cada vez mais corpos que somente passam, não se olham, não se cheiram, não se tocam. Afinal essas coisas exigem dos corpos um tempo que não se permite mais perder. Time is money...e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;money, it's a hit&lt;/span&gt; já diria Roger Waters e a galera do Pink Floyd...e é ai nisso que vejo uma das grandes questões referentes a problemática que envolve o uso de algumas drogas. Tempo!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Drogar-se exige um outro tempo que não o que se está instituído. A experiência com a droga nos possibilita entrarmos ou produzirmos outros tempos, outros espaços...mas como vivenciar isso, se estamos acostumados a um tempo imediatista, onde nada pode ser desperdiçado? Se temos como forma de vida uma base no tempo imediatista, vamos esperar que nossas experiências, sejam elas relacioanadas a drogas, amizade, sexo, estudos, vão pelo mesmo caminho. Por isso que vejo que não é a toa o sucesso de drogas como o crack, onde o efeito se dá de uma forma imediata e com um força incrível. Posso dizer que tem muito a ver com o modo que vivemos ou somos disciplinados a viver, onde as coisas perdem uma potencia de produção de sentido, mas ganham uma força de uso e abuso, só que de uma forma não nos mexamos, que fiquemos em nossa posição cômoda e passiva.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;pre style="font-style: italic;"&gt;"The time has gone, the song is over"&lt;/pre&gt;só que no meu caso acho que, por enquanto, não tenho mais nada a dizer :P. Espero o comentário de quem lê isso aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.s.: quem quiser ler isso ouvindo o Dark Side of The Moon do Pink Floyd, acho que seria uma boa heheheh&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;pre style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-3682395813064339695?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/3682395813064339695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=3682395813064339695&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/3682395813064339695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/3682395813064339695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/10/alcool-e-outras-drogas-na.html' title='Alcool e outras drogas na contemporaneidade.'/><author><name>Helmir O. Rodrigues</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_LoZ-3iGnNhw/R8dQzwrHMBI/AAAAAAAAAA4/k55HyqXhUBI/S220/eu5.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-6503247598234080364</id><published>2008-06-23T12:01:00.002-03:00</published><updated>2008-06-23T12:03:22.329-03:00</updated><title type='text'>Prisões do Eu</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Participar do encontro do dia 17/06 para mim foi desterritorializante. Afetações &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;em &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;diversos pontos( inclusive, deu uma certa tonteira durante&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a aula. Será que ainda não me recuperei da cirurgia que fiz?). Senti –me atordoada com as várias questões lançadas. Não por desconhecê-las, mas por ainda serem carregadas de forças que me tiram o chão. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tais discussões sobre as práticas psi, metodologias e a produção de autonomia que me trouxeram à disciplina de mestrado.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;O interesse que elas despertam em mim não é recente. Contudo, a oportunidade de produzir coletivamente outros olhares, intensificar forças capazes de produzir não “a verdade”, mas discursos interessantes (como disse Deleuze) havia ficado menos potente ao longo de algum tempo. . .&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Havia decidido escrever algo para entregar a Kleber como produção, em virtude de minha ausência no dia 10/06. Mudei a decisão. Sai da aula no dia 17/06 sem nenhuma vontade de fazer aquele texto (preguiça? desinteresse com a disciplina? Identidade de boa aluna caindo por terra?).&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Sentia-me despotencializada, quando pensava em produzir algo para dar uma satisfação a autoridade do saber (professor). Fui me inquietando mais &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;e mais com o passar dos dias ( o movimento produziu agenciamentos outros e comecei&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;criando algo). Senti vontade de postar algo no blog. Por que não? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Paro de refletir e agora escrevo.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Intensidade que me põe a vomitar essas impressões, fluxos, sem definição, sem forma, sem preocupação de chegar a algum lugar agora. o ser, sem Ser. Um intercessor: entrevista de Deleuze (sugestão de Maurício) e o discurso de Claudine (aula de Kleber). Vontade moldando e sendo moldada por ele. Força que potencializa e me tira do lugar identitário “aluna cumpridora do dever” e abre-se para a insônia, para a inquietação. Desenho. Rabisco e agora escrevo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Outro intercessor: Nicolas Rose - Kleber. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Que dobras se constituem hoje? Qual o papel exercido pelas psicologias nesses dobramentos? O eu/realização, para ele, é o aspecto do ser humano instaurado corporalmente nessa forma psi. Multiplicidade de máquinas miméticas (por Taussig) que, há pelo menos um século, apresenta uma dimensão terapêutica muito afirmativa. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Todo discurso construído no início desse texto, que expõe esse funcionamento de fazer falar o “mundo interior”, relação terapêutica com nós mesmos, observando, avaliando, atribuindo valor e autoridade. Esse desconforto entre as experiências vividas e as imagens de liberdade e de eu desejadas, produziria diversas obrigações éticas de realização. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Uma dessas relações foi exemplificada por Cruikshank, em Rose, por meio da noção de auto-estima. Ela funcionaria como uma inovação que transforma a relação de si para consigo em algo governável. Então, Rose aponta para uma certa racionalidade psicológica que têm contribuído para a construção de códigos morais, em uma dimensão terapêutica, que vem sendo &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;acoplada a programas de produção de individualidades tão caras à contemporaneidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sentindo “o rachar desse espaço de interioridade que foi uma vez seguro, o desconectar de algumas linhas que formaram esse diagrama, a possibilidade de que, mesmo que não possamos desinventar a nós mesmos, possamos ao menos reforças a questionabilidade das formas de ser que têm sido inventadas para nós e começar a inventar a nós mesmos de forma diferente” - Rose.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Inquietação e potência. Experimentação e nem sempre criação...&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-6503247598234080364?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/6503247598234080364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=6503247598234080364&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/6503247598234080364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/6503247598234080364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/06/prises-do-eu.html' title='Prisões do Eu'/><author><name>Taísa Belém</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14088322638972261591</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-7043784167428161021</id><published>2008-06-18T16:10:00.005-03:00</published><updated>2008-06-20T16:15:06.422-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nietzsche e Foucault'/><title type='text'>Ditos e Escritos: Observações e Comentários sobre a aula.</title><content type='html'>Acerca da aula de ontem podemos fazer algumas considerações: muito foi dito pelo que foi escrito, e muito pouco foi escutado.&lt;br /&gt;Vamos por partes.&lt;br /&gt;Na primeira parte da aula foi posto em questão se o aluno Salomão ( que ora escreve este texto) gostaria que seu texto intitulado &lt;em&gt;(Dês) construindo nossos eus: Como alguém se torna o que se é,&lt;/em&gt; poderia ser lido em sala. Apois a leitura do referido texto, e o questionamento sobre o seu início, que se configurou, assim ficou claro, creio eu, que foi um equivoco(a questão sobre os “Gritos da Filosofia”) entramos propriamente no texto e sua provocação. O que de inicio ficou na questão da psicologia normalizadoras, que na sala não há adeptos (assim eu entendi, alguém pode me corrigir se minhas lembranças não forem fieis)e que esses ecos não produziriam efeitos(!). Ora, embora não haja tais psicólogos na sala(pois o texto não fala dos psicólogos desta sala, pois no texto não aponta aquele ou este psicólogo), mas não há esse tipo de psicologia? Não é esse tipo de psicologia que Foucault denuncia? Que o Maurício e a Liliana e o Kleber denunciaram em suas aulas? Imagino que a resposta para essas perguntas seja sim.&lt;br /&gt;Em seguida o texto toca na questão do que é normal e anormal, onde recorro ao dicionário de filosofia. Nesta parte do texto, referência direta a Foucault, há um retorno a uma brincadeira em sala (a questão da carroça,) e dos gostos musicais (chupa que é de uva), depois da mulher como animal doméstico (a mulher não é um animal? Pois o homem é um animal racional, assim como a mulher,) etc. Ora, o que me causou espanto foi que estas questões, e as outras que elas suscitaram como os métodos, já foram discutidas em sala nas reuniões com o Maurício, sem grandes assombros. Agora a discussão versa sobre o método.&lt;br /&gt;Para que um ramo do conhecimento se considere ciência é necessário “&lt;em&gt;poder repetir os experimentos feitos e conseguir os mesmos resultados”&lt;/em&gt; (imaginando que Karl Popper tenha razão!). E isso se chama método. Acredito que aqui, em filosofia, e nos outros ramos do conhecimento. Eu não sou psicólogo, mas talvez alguns psicólogos concordem comigo é que: o que se observa na psicologia é que o objeto de estudo (mente humana, subjetividade ou mesmo o EU, enfim o homem) é muito complexo para que os métodos e equipamentos existentes hoje sejam capazes de determinar um resultado mais preciso. Essa busca de novos “processos de subjetividade” é necessária, pois o modelo de homem que temos hoje (calcado na razão, na substância) já é ultrapassado ou não responde mais às exigências do mundo moderno. Isto foi discutido, de forma magistral pela disciplina Tópicos Avançados em Psicologia Social e Política até agora.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Como extrair um método (seja terapêutico ou simplesmente de investigação do sujeito) onde o próprio objeto de estudo (o sujeito) não pode ser capturado&lt;/em&gt;?” &lt;em&gt;Onde o sujeito não é constante? &lt;/em&gt;Perguntei a Maurício em uma das aulas e perguntei ontem, embora também estivesse no meu texto. Essa pergunta não é pertinente?&lt;br /&gt;Em seguida falamos sobre o sobre fronteiras discursivas, marcar território. Talvez esses "territórios" tenham sido defendidos não só por mim como por todos em sala, que participaram da discussão. O exemplo e a intervenção feita por Aldo (acho que esse é o nome dele) me fez lembra as palavras de Foucault: &lt;em&gt;“o discurso não é simplesmente aquilo que traduz as lutas ou os sistemas de dominação, mas aquilo pelo que se luta, o poder de que queremos nos apoderar&lt;/em&gt;”. Foi dito, em um determinado momento na sala, que meu texto se alia ao que eu denuncio, ora não vejo dessa maneira. A proposta do Nietzsche (se minha hipótese estiver certa no meu projeto) é uma psicologia da experiência de si, Segundo Didier Eribon, em sua biografia de Foucault, a proposta de Foucault em suas obras também é essa (Cf.Michel Foucault uma biografia p.42).&lt;br /&gt;Minha última intervenção (ou fala para não recorrer em erro discursivo) foi sobre a noção do bom encontro entre os gregos. Bom ou mau encontro está ligado à possibilidade de expansão ou de decomposição que sofrem os corpos a partir das ligações estabelecidas.&lt;br /&gt;Para Nietzsche, o encontro em si não dita o que deve ou não ser feito, como deve ser feito, mas uma ética que faculta o pensamento frente às experiências vividas por cada um. É por aí que Foucault (segundo minhas leituras) ainda se ocupa na &lt;em&gt;Hermenêutica do Sujeito&lt;/em&gt;, onde ele irá explorar em vários momentos da nossa cultura ocidental a noção de uma ética do cuidado de si. Um dos eixos da temática foucaultiana é a questão do sujeito, ponto de ruptura com a filosofia clássica e ao mesmo tempo ponto de articulação e debate com as formas de cuidado de si que a nova noção de sujeito reclama. Não sou psicólogo, o curso tópicos é do mestrado em psicologia. Talvez alguns do senhores lembrem que Deleuze era de formação Filósofo e Guattari também. Eles não tinham formação em psicologia. Sei também que o debate que tivemos ontem foi muito salutar, meus questionamentos(que versam sobre minhas inquietações, meu projeto e meus encontro com Deleuze, Foucault e sobretudo o Nietzsche) engendraram o que foi dito e escrito ontem e hoje, e, amanhã. Pois aprendemos com a filosofia,(e não precisa ser filósofo para aprender essa lição) que o real sempre está em construção, as inquietações estarão presentes, a menos que paremos de pensar. Talvez como o sol para Tobias Barreto e não para Silvio Romero.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-7043784167428161021?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/7043784167428161021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=7043784167428161021&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/7043784167428161021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/7043784167428161021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/06/ditos-e-escritos-observaes-e-comentrios.html' title='Ditos e Escritos: Observações e Comentários sobre a aula.'/><author><name>Salomão Santana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13821563907597615015</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-1255203341668494507</id><published>2008-06-11T16:12:00.005-03:00</published><updated>2008-06-20T16:15:39.658-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nietzsche e Foucault'/><title type='text'>(Des)construindo nossos eus: Como alguém se torna o que se é.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dois conceitos gravitam na esfera daqueles que fazem ou estudam filosofia: 1º somos pedantes 2º prolixo. Quanto ao primeiro gostaria de propor uma reflexão.Quando uma pessoa que não é da área da medicina fala sobre doenças, ou problemas de saúde os médicos de plantão vão e corrigem. Ou mesmo um não psicólogo, faz se passar de um terapeuta ou dar voz a um problema da mente, os psicólogos saem em defesa de seu discurso, pondo uma “ordem do discurso” psicológico. Entretanto quando alguém de outra área fala sobre a filosofia e um filósofo tenta corrigir o pretenso discurso, ele é chamado de pedante. Ou “fazer gritar a filosofia”, para usar uma expressão que foi usada em sala.&lt;br /&gt;Quanto a ser prolixo, muitas vezes, somos obrigados a discorrer sobre alguns temas, que estão na órbita do problema tratado para que possamos nos fazer enender. Bom tentarei não ser prolixo. Minha reflexão é sobre o Eu e seus agregados, em uma perspectiva filosófica.&lt;br /&gt;As expressões do tipo “&lt;em&gt;Eu sou.....”&lt;/em&gt; “&lt;em&gt;eu tenho eu faço&lt;/em&gt;,” frases como essas são vistas na sociedade como normal e comum de um sujeito, que fala a partir de um lugar. Muitas vezes esse lugar, o do sujeito que fala, é caracterizado como normalidade. Essa normalidade é produzida pelo discurso do falante. Com Efeito, anormal é aquele cujo discurso revela uma ausência de razão, portanto, segundo Foucault “&lt;em&gt;O seu discurso deve ser interditado e não mais ouvido&lt;/em&gt;”. No Dicionário de Filosofia, Abbagnano define normal como "&lt;em&gt;aquilo que está em conformidade com a norma";&lt;/em&gt; "&lt;em&gt;aquilo que está em conformidade com um hábito ou com um costume ou com uma média aproximada ou matemática ou com o equilíbrio físico ou psíquico&lt;/em&gt;". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por conseguinte, poderíamos inferir que o normal é uma média do comum, ou de uma maioria. Assim sendo, se não reproduzirmos os hábitos ou costumes de nossa sociedade, seremos anormais? Quantas vezes hábitos, costumes, regras, leis de uma sociedade foram modificados? Historicamente há muitos exemplos: o papel da mulher na sociedade,(pois está deixa de ser um animal doméstico e passa a ocupar um lugar na sociedade ativa) a escravidão, os valores morais, as relações de trabalho, as formas de organização das sociedades... Numa mesma cultura são verificadas modificações no tempo, e num mesmo tempo é possível perceber claramente diferenças culturais regionais. Ao viajar por regiões diferentes de nosso pais, são observados hábitos, costumes diferentes(como o caso da carroça de Kleber!!!). As pessoas daquela região, por possuírem hábitos diferentes dos seus, são anormais? Você é anormal? Qual a norma à qual devemos estar em conformidade? Onde se centra essas questões? Segundo a filosofia nas noções de eu e seus correlatos; sujeito, identidade, etc.&lt;br /&gt;A noção de “&lt;em&gt;EU&lt;/em&gt;” tão cara para filosofia racionalista, que encontra sua gênese no pensamento grego e alcança vou na modernidade, sobretudo com o “&lt;em&gt;cogito”&lt;/em&gt; cartesiano irá sofrer transformações ao longo do tempo, com Kant o eu é uma representação, ele representa as coisas, ele é responsável pelas condições de possibilidade do conhecimento(assim com as formas a priore da sensibilidade: espaço e tempo). Contudo o próprio eu é uma representação. Kant irá transforma-lo mais complexo e racional. Somente com Schopenhauer é que o eu e sua tradição sofrerão um abalo sísmico. Nietzsche, seu aluno seguirá sua linha. Nietzsche foi o principal desencadeador do ataque ao conceito idealista de sujeito que, desde então, só cresceu em vigor. Ele procedeu à primeira desconstrução da categoria, ao defender a hipótese de que "&lt;em&gt;sujeito é a ficção que pretende nos fazer crer que os vários estados similares existentes em nós são efeito de um mesmo substrato" &lt;/em&gt;Segundo Nietzsche&lt;em&gt; &lt;/em&gt;(VP 1906, p. 279).&lt;br /&gt;Na Sala foi tocado nos níveis de nivelamento, ou ausência de autonomia, com alguns afirmando(chupa que é de uva e algo da mesma linha). Ora na sociedade contemporânea é, por estas questões mesmas(&lt;em&gt;tapa na rajada&lt;/em&gt; !!!!!?) ambivalente: "&lt;em&gt;As mesmas novas condições em que se produzirá, em termos gerais, um nivelamento e mediocrização do homem - um homem animal de rebanho, útil, laborioso, variadamente versátil e apto -, são sumamente adequadas a originar homens de exceção, da mais perigosa e atraente qualidade&lt;/em&gt;" Nietzsche(ABM, p. 150). De certo modo, possui um simulacro de cultura, porque falta lhe o homem sintético: o que temos é um tipo de caos; mas por outro lado, esse é condição para a criação daquele: [Afinal] "&lt;em&gt;Tu [só] o serás depois de haver passado por um grande número de individualidades, de tal modo que, em função dela mesma, tua última individualidade tenha necessidade de todas as outras&lt;/em&gt;", escreveu Nietzsche.(VP, p.56) Para me alongar mais e “&lt;em&gt;não fazer a filosofia gritar&lt;/em&gt;”, como foi dito em sala uma certa vez, gostaria de propor a seguinte reflexão: a transmutação do Eu(fazendo um trocadilho com as palavras do Nietzsche) precisa ser buscada no estatuto do sujeito, que, reavaliado pelo filósofo Nietzsche, deixa de ser visto como o eu abstrato, estático e unitário. O sujeito é uma entidade fictícia pois, vendo bem, a vontade com que está associado é um resultado de um combate ou luta através do qual se estabelecem relações de comando e obediência entre as várias partes do nosso corpo.&lt;br /&gt;A premissa é o corpo e esse deve ser entendido como "&lt;em&gt;uma estrutura social de muitas almas"&lt;/em&gt; segundo Nietzsche(ABM, p. 25)28. Com efeito, o que se coloca é a noção de eu, uma ficção e sua ausência também não seria uma ficção? Pois, como foi visto, o indivíduo, e seu agregados; eu, alma etc., deve ser visto como um "sistema cujo centro se desloca incessantemente". Isto traz a tona, o que para Nietzsche seria um problema para a psicologia e áreas afim; não havendo o eu e os seus correlatos, não haveria ciência do sujeito. A construção do eu seria ao mesmo tempo sua desconstrução. Ou vice-versa. Nesta perspectiva não estaríamos fazendo algo semelhante ao que Sêneca chamou de &lt;em&gt;Nihil apenhis Nihil&lt;/em&gt; (,nada alem de nada). A Busca pelo patológico, pelo normal não estaria associado a grande acusação de Nietzsche para os psicólogos: “&lt;em&gt;a psicologia sempre esteve presa aos preconceitos morais?”&lt;/em&gt; Nietzsche. Se somos responsáveis pelo mundo que construímos, assim como pelas formas de existência que criamos, necessitamos avaliar constantemente nossa própria (dês)construção. Por isso, nossas atividades, nossos valores, nossas leis, nossas normas modificam-se de tempos em tempos, a fim de acompanhar as mudanças originadas nesta construção. Da mesma forma, não deveria proceder e acompanhar essa transformação o aparelho psicológico?&lt;br /&gt;Se no cotidiano, normal é considerado aquele que se submete à pressão das normas, que age como se espera; "anormal" é quem foge às regras, quem busca saídas criativas. E quando construímos socialmente uma norma de comportamento que traz malefícios? E quando seguir a regra implica em abandonar os sonhos que dão sentido à existência? O que fazer? Talvez a construção de novos “&lt;em&gt;EUS”&lt;/em&gt; esteva precisando de uma construção de novas “Psicologias”? talvez tenha sido por isto que um filosofo(Nietzsche) tenha insistido em ser considerado o primeiro dos psicólogos dos bons. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-1255203341668494507?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/1255203341668494507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=1255203341668494507&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/1255203341668494507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/1255203341668494507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/06/desconstruindo-nossos-eus-como-algum-se.html' title='(Des)construindo nossos eus: Como alguém se torna o que se é.'/><author><name>Salomão Santana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13821563907597615015</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-3040613518871141189</id><published>2008-06-11T16:05:00.003-03:00</published><updated>2008-06-11T21:09:56.107-03:00</updated><title type='text'>Provocação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá pessoá! Se eu fosse traduzir a aula de ontem (10 de Junho) em uma única palavra, esta seria: provocação. Talvez seja uma perspectiva pessoal (aguardo esse feedback), mas a disciplina, para mim, tem sido, significativamente, provocativa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Inicialmente, durante a apresentação aos referenciais teóricos da lina de pesquisa Processos de subjetivação, especificamente do grupo de professores à fente da disciplina, houve um estranhamento que através da discussão em sala, da mediação entre professores e alunos começou a se transformar em entendimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ontem Kleber fez o convite para pensar a prática a partir das discussões que fizemos até então, considero que Renata disparou o que a gente precisava para acalourar o debate, ela falou de seu estudo sobre a concepção de eu para a psicologia na comunidade, a partir disso resgatamos conceitos em torno da produção de subjetividades e a prática. Esse diálogo entre teoria e prática soou, para mim, áspero, difícil. Retornei a um estado de estranhamento, angústia, a prática me solicita reflexão, respostas e ação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No texto passado: "Uma ciência do atual?" Maurício afirma o seguinte princípio ético: "O psicólogo não deveria ser um moralista, jurista, policial, isto é, uma adaptador. Sua tarefa não é dizer o que se deve ou não fazer, o que se pode ou não fazer. Sua tarefa é fazer circular fluxos estacionados, ficar atento ao atual". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse é um direcionamento prático. No dia a dia estamos entre situações em o que fazer já vem dado, imposto, como redes de captura num discurso do Estado. Deluze em Mil Platôs diz que "é pretensão do Estado ser imagem interiorizada de ordem de mundo e enraizar o homem".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A angústia circula em torno de uma implicação ética que me cobra ações responsáveis, justamente por considerar o outro como sujeito e não objeto. Como, então, analisar fluxos estacionados, instituídos e que não servem às pessoas, reproduzem um discurso e fazeres que nos enraizam em diversas formas de miséria, e trabalhar o movimento estando atentos a ele com responsabilidade?transformar o nosso fazer como uma "haste para um rizoma".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existe poder no fazer de qualquer um de nós, enquanto somos psicólogos ocupamos um lugar de poder, o que fazer com ele? Ele circula nos espaços, ele requer uma hierarquia, mas a prática oferece lugar para outros entendimentos... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em um artigo publicado na Revista Aulas (2007): Dossiê Foucault chamado: “A articulação entre “teoria” e “intervenção social” nas filosofias de Jean-Paul Sartre e Michel Foucault” de autoria do doutorando em filosofia André Constantino Yazbek, encontramos a seguinte citação de Foucault:&lt;br /&gt;“O papel do intelectual não é mais o de se colocar ‘um pouco antes ou um pouco ao lado’ para dizer a verdade muda de todos; o seu papel é antes o de lutar contra as formas de poder lá onde ele é simultaneamente o objeto e o instrumento desse poder: na ordem do ‘saber’, da ‘verdade’, da ‘consciência, do ‘discurso’. É por isso que a teoria não expressará, não traduzirá, não aplicará uma prática: ela é uma prática. Mas uma prática local e regional, (...) não totalizante”. (Foucault, 2001d: 1176).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-3040613518871141189?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/3040613518871141189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=3040613518871141189&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/3040613518871141189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/3040613518871141189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/06/provocao.html' title='Provocação'/><author><name>Tatiana Vasconcelos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00493948451397495902</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_Lyxbd5Aax_Q/TEeV6fWmuUI/AAAAAAAAAAM/VZKtf0Y113Q/S220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-6812538916745951181</id><published>2008-05-12T11:32:00.003-03:00</published><updated>2008-05-12T11:59:57.768-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Simondon'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Deleuze'/><title type='text'>Primeiros contatos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sempre que nos deparamos com algo novo nos sentimos estranhos frente a ele. Buscamos referências para o que nos chega, creio que sendo uma forma de termos uma certa segurança naquilo que fazemos ou estamos por fazer. A primeira leitura que fiz do texto do Simondon (A Genese do Individuo) me veio esse estranhamento ao que me deparava. Apesar de algumas idéias por ele trabalhadas, termos conceituais serem próximos do que tenho familiaridade, ainda sim fiquei perdido no que lia. Claro que numa primeira leitura nao dá pra compreender o que se quer passar em um texto ou em um livro, mas essa primeira leitura já nos faz perceber de que forma o que lemos mexe com a gente, onde aquilo reverbera. Vejo isso como algo bom, pois demonstra que, no meu caso, nao estou passando despercebido do que me rodeia, das atividades que faço no meu dia-a-dia. Foi e ainda é interessante mergulhar nas idéias do Simondon e ver que isso está presente em outras leituras que ja fazia, como do Deleuze (o qual também lemos um texto que fala sobre o Simondon - "A própsito de Simondon"). Já nas segundas, terceiras leituras dos citados textos começa-se a perceber as aproximações desses autores em suas produções. E isso ficou bem claro no texto de Liliana (O coletivo como campo de intensidades pré-individuais), onde ela expõe de uma forma muito bonita (como diria Bruno) essas aproximaçoes entre as idéias do processo de individuação de Simondon, situando num campo de forças de um coletivo transindividual com a noçao de campo transcendental elaborado por Deleuze. ( No momento nao me arrisco a explicitar melhor sobre essas idéias, ainda estou nesse processo de estranhamento)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, o primeiro encontro da disciplina de Topicos Avançados com Liliana, foi feito jsutamente por uma aproximação com as principais idéias do Simondon. Liliana fez uma apresentação sobre a vida de Simondon. Fez também uma explanação dos principais conceitos que estão presentes no texto. Todo o encontro foi uma conversa de uma forma "geral" sobre as idéias do Simondon, ficando pra o proximo encontro uma discussão mais ampla sobre esse assunto. Como disse antes, fica dificil pra mim apresentar esses conceitos de uma forma mais clara...vamo ver no que dá daqui pra frente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-6812538916745951181?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/6812538916745951181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=6812538916745951181&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/6812538916745951181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/6812538916745951181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/05/sempre-que-nos-deparamos-com-algo-novo.html' title='Primeiros contatos'/><author><name>Helmir O. Rodrigues</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_LoZ-3iGnNhw/R8dQzwrHMBI/AAAAAAAAAA4/k55HyqXhUBI/S220/eu5.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-4645877111306784631</id><published>2008-05-06T10:38:00.012-03:00</published><updated>2008-05-08T17:12:41.694-03:00</updated><title type='text'>Estrátégias de poder em Foucault: disciplina e vigilância</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá a todos, cá estou, em uma singela tentativa de expressar os entendimentos dos temas discutidos em nosso último encontro acadêmico. Então começemos pelo começo.. a partir das micro-relações Foucault propõe a idéia de um poder disciplinar que põe em funcionamento uma rede de procedimentos e mecanismos que atinge os aspectos mais sutis da realidade e da vida dos indivíduos, podendo ser caracterizado como um micropoder ou um subpoder, que se capilariza e consegue se fazer presente em todos os níveis da rede social. O poder disciplinar estudado por Foucault apresenta duas formas básicas de punição: o suplício e a prisão. É em decorrência dessa última que surge a disciplina, com suas funções e instrumentos de controle.&lt;br /&gt;Dessa maneira, as relações de poder podem ser percebidas em qualquer situação cotidiana; entretanto, elas adquirem maior eficácia quando estão institucionalizadas. Essa idéia parece entrar em contradição com o alerta de Foucault concernente ao estudo das relações de poder nas instituições. Ele expõe três argumentos para demonstrar a inconveniência desse tipo de estudo: a função reprodutora dos instrumentos de poder que as instituições possuem para garantir sua própria conservação; a explicação do poder pelo poder, uma vez que se busca a causa das relações de poder nas instituições; e o privilégio ou das regras ou do aparelho estatal como marcas da manutenção da lei por meio da coerção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao pensar-se em subjetividade autônoma deve-se compreendê-la como a capacidade de pensar. No entanto, um pensar não com sentido cartesiano, mas como uma forma de problematizar as verdades, as leis, as forma de vida, etc. Foi isso que fez Foucault perceber que talvez o problema político, ético, social e filosófico do presente, não seja tentar libertar o individuo do Estado e de seus instituições, mas liberar-nos tanto do Estado quanto do tipo de individualização que está ligado ao Estado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As discussões do último encontro transpassaram a questão da comunicação social na atualidade se configurar como um dispositivo de disciplina e controle, o que pode ser percebido claramente nas discussões enviesadas dos meios de comunicação de massa, situações como" Caso Isabela", entorpecem e desviam o interesse dos espectadores de assuntos mais pertinentes à produção de sentido de sua individualidade, concordo com as colocações da colega Ariane, quando enfatiza que o sujeito deve produzir um sentido ao seu cotidiano, mesmo que seja ele em forma de "válvula de escape" e que se "escape"em um encotro com travestis ;P&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que pude apreender dentro dessa discussão é que, é então, a partir da luta travada no cotidiano, das estratégias de ação, das práticas discursivas que podemos compreender a idéia foucaultiana de objetivação do sujeito, posto que é a partir daquelas que o sujeito irá se objetivar, se constituir. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-4645877111306784631?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/4645877111306784631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=4645877111306784631&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/4645877111306784631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/4645877111306784631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/05/estrtgias-de-poder-em-foucault.html' title='Estrátégias de poder em Foucault: disciplina e vigilância'/><author><name>Paloma Sant 'Anna</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17701537753404139909</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-4791184816599571641</id><published>2008-04-27T15:41:00.001-03:00</published><updated>2008-04-27T18:02:54.270-03:00</updated><title type='text'>Boa Viagem</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Impossível para mim a tarefa de fazer um resumo de nossa última aula (22/04/08), até por que algum tempo se passou e talvez eu comece a aceitar a idéia de escrever logo após o término da aula. Enfim, mas a impossibilidade do resumo não é apenas pelo tempo que se passou até eu escrever isto, mas sim da não linearidade, da multiplicidade de vozes que dialogavam na sala de aula. A aula começou com Kleber convidando-nos a estabelecer conexões, a apresentar questionamentos em torno do texto do autor Dreyfus, sobre trabalhos de Foucault. Foi a partir de então, ou talvez não partisse daqui – eis que entra a impossibilidade de descrever, ou até mesmo de alicerçar-me em minhas anotações – que não sei bem como, fomos parar em uma discussão sobre superficialidade e profundidade. Ah, lembro que essa discussão tinha a ver com a Verdade, e com a Genealogia de Foucault como Método. No sentido de não buscar uma verdade que não aparece, “escavando para”, ou “retirando-se máscaras” para encontrar a Verdade. Mas sim, atentar para a verdade que aparece na superfície.&lt;br /&gt;Também não sei como fizemos com que nossa imaginação nos transpusesse para paisagens com praias, cajueiros e ao abrimos os olhos nosso dedo apontava para um caju que imaginamos. Enfim, tantos comentários, pensamentos, afetações que fico imaginando o que pensaria alguém não pertencente ao mundo foucaultiano, deleuziano, guatarriano, entre outros ou alguém não filosófico ou psicológico que acompanhasse os acontecimentos daquele cenário... Quiçá penso o que a aula produziu naquela multiplicidade de sujeitos, a multiplicidade de compreensões. Nossa, realmente, a aula foi muito interessante, mais ainda foi saber um pouco sobre a vida de Foucault, que o mesmo como militante de uma revolução, que não lembro qual, opunha-se ao que Simone de Beavouir, construía para a emancipação da mulher. Fato esse que pode ser associado às contradições que parecem estar inerentes a nós mesmos, mesmo quando parecemos estar imunes a elas, principalmente se falamos em posicionamento e fazer política.&lt;br /&gt;Para mim, na minha produção de sentido, fomentada pelas colocações de Kleber, sobre “com sentir” e consentir. É como se Foucault, nos nossos dias atuais, nos convidasse a não apenas consentir sobre as coisas, mas sim, fazer com que essas coisas façam&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;sentido para nós. Um convite a produzir um sentido, em oposição a apenas consentir. E talvez até mesmo, experienciar um “sem sentido”, para poder enunciar se aquela verdade que está sendo dita produz sentido. Talvez essa verdade nunca se torne hegemônica, e também nem é essa a intenção, até mesmo para que ela possa, muito mais do que afirmar verdades, questionar sobre elas, sobre os autores das verdades, dos lugares e poderes das Verdades. E por fim, minhas anotações dizem que na próxima aula nos deteremos nos capítulos 7 e 8. Até a próxima viagem, até breve!!!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-4791184816599571641?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/4791184816599571641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=4791184816599571641&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/4791184816599571641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/4791184816599571641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/04/boa-viagem.html' title='Boa Viagem'/><author><name>Ariane Brum de Carvalho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08050307664708955517</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-5319890834193526143</id><published>2008-04-03T22:14:00.004-03:00</published><updated>2008-04-09T00:21:47.551-03:00</updated><title type='text'>Primeira Vez</title><content type='html'>Bom, o título já deixa claro que não sou acostumado a usar esse tipo de ferramenta, mas por pura pressão de Kleber e Maurício fiquei encarregado de fazer essa primeira postagem. O que me pareceu mais óbvio, foi tentar dar uma síntese do que rolou na primeira aula. Vou tentar seguir a ordem das anotações que eu fui fazendo, acredito que algumas coisas vão ficar meio desconexas e espero que vocês comentem e denunciem possíveis falhas. Vamos lá.... A aula foi dividida em dois momentos, no primeiro rolou aquela apresentação, a discussão de como a matéria vai funcionar e etc. E a segunda parte que foi logo depois do intervalo que entramos na temática da matéria mesmo.&lt;br /&gt;Vamos a primeira parte... Maurício começou fazendo uma apresentação do programa, delimitando a rede conceitual - Nietzsche, Foucault, Deleuze (e Guattari?), Simondon e pensadores próximos como Espinoza e Bergson - que irá permear a discussão e a retomada histórica do conceito de genealogia e sua proximidade com o conceito de subjetivação. Daí, ele explicou também que faríamos apenas uma avaliação, que teria que ser pensada mais a frente, mas que o foco seria a produção acadêmica.&lt;br /&gt;Fomos apresentados também à proposta de funcionamento do blog, como possibilidade de enriquecimento da discussão, que pretende funcionar da seguinte forma: quem quisesse postar, teria que mandar um e-mail pra Kleber e aguardar o convite para ser um “membro do grupo” (não sei se é isso), sendo que o esquema proposto é que a cada aula, no mínimo uma pessoa fique responsável por postar algo. Em destaque, para que o blog ganhe fôlego é preciso que os demais alunos também participem com os comentários (para isso não precisa ser membro) e qualquer outra forma que pareça pertinente. Como pareceu que a maioria do pessoal estava interessado em experimentar, ficou decidido que as primeiras postagens seria a dos “alunos regulares” do mestrado (no caso, eu, Helmir, Ariane e Sandra).&lt;br /&gt;Logo depois entramos na discussão do horário e ficou acertado que começaríamos sempre às 17h20minh com um pequeno intervalo pra descanso (não lembro o horário exato). No meio disso Kleber pediu pra que rolasse uma apresentação para conhecer as pessoas.&lt;br /&gt;Depois do intervalo, Maurício adentrou na temática (de forma bem sintética, algo não tão comum de se ver), tentando fazer uma pequena introdução histórica do conceito de subjetivação a partir do século XIX, pegando principalmente as perspectivas que começaram a minar o pensamento identitário, essencialista. Após uma breve passagem por Freud e Marx (que acabei anotando muito pouco, favor comentem) ele começou a citar o estruturalismo de Saussure, que estabeleceu a identidade não como algo em si, mas sim a partir de um jogo de oposições que se dá em relação (só se define o preto em oposição ao branco, por exemplo). De acordo com Maurício, vale ressaltar que o estruturalismo ainda supõe uma certa "natureza", uma certa estrutura formal, um tipo de essencialismo sem conteúdo.&lt;br /&gt;É no interior desse contexto de crítica ao pensamento identitário/essencialista - que só foi possível a partir de um viés etnográfico, histórico -, mas pegando a partir de Nietzsche, que emerge o pensamento de Michel Foucault e Gilles Deleuze. O filólogo alemão defendeu o questionamento dos valores, tendo como problema como os homens constroem para si os valores e o sentido de suas próprias existências? É justamente aqui que a Genealogia toma forma. A partir desse ponto, Nietzsche defende que toda moral irá surgir num jogo de forças: todos os nossos saberes, nossas condutas, nossas motivações, não podem ser separados de jogos de forças, de poderes produzidos numa determinada conjectura histórico-social.&lt;br /&gt;Em conseqüência desse pensamento, fundamentos da modernidade são abalados; a consciência, o homem, o pensamento passam a ser encarados não como fundadores e sim como efeitos, produtos de toda uma conjunção de forças. E aqui podemos identificar a proximidade de Nietzsche e Foucault, para este último, em cada momento da história vão existir modos de produzir sujeitos a partir de determinados jogos de forças. Falar de Natureza Humana, Essência Universal do Humano, não se torna aqui uma questão, salvo quando se pensa em termos de invenção, de produção histórica que emerge em determinado contexto.&lt;br /&gt;Bom, como expliquei lá em cima, tentei fazer uma síntese do que rolou na aula, espero que tenha ficado inteligível e que ajude a movimentar a blog. Até a próxima terça...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-5319890834193526143?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/5319890834193526143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=5319890834193526143&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/5319890834193526143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/5319890834193526143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/04/primeira-vez.html' title='Primeira Vez'/><author><name>Bruno</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03667331936801780248</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070837657520932102.post-2075088246529791847</id><published>2008-03-27T07:34:00.000-03:00</published><updated>2008-03-27T07:39:14.624-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='programa da disciplina'/><title type='text'>TÓPICOS AVANÇADOS EM PSICOLOGIA SOCIAL E POLÍTICA (2008-01)</title><content type='html'>Professor(s): Maurício Mangueira; Liliana da Escóssia; Kleber Matos&lt;br /&gt;TÍTULO: Processos de Subjetivação: rede conceitual e o campo das práticas em  Foucault, Deleuze, Guattari, Simondon e  Nietzsche.&lt;br /&gt;EMENTA: Contextualização histórico-política do conceito de subjetivação 2. Rede conceitual em Nietzsche, Foucault, Deleuze, Guattari e Simondon:  ontologia sem Ser, genealogia,  ética, corpo, sentido, valor, processo de individuação,  produção de subjetividade 3. O campo das práticas: dispositivos de objetivação e de subjetivação,  o método cartográfico, intercessores, intervenção, interferência  4. Desdobramentos nas políticas e práticas em  psicologia social.&lt;br /&gt;OBJETIVOS.&lt;br /&gt;1. Fornecer subsídios teóricos e metodológicos que  possibilitem a construção de um plano de inteligibilidade a respeito do conceito de Processos de Subjetivação;&lt;br /&gt;2. Expor e debater conceitos, princípios e temas correlatos aos processos de produção de subjetividade na contemporaneidade;&lt;br /&gt;3. Contribuir para o avanço das pesquisas e ações políticas em torno da problemática Psicologia e suas práticas. &lt;br /&gt;PROCEDIMENTO DIDÁTICO. Assentado em estudos e pesquisas de pensadores considerados fundamentais para o entendimento da problemática e perspectiva dos processos de subjetivação, enquanto modo e produto histórico, o curso será ministrado em três módulos.&lt;br /&gt;AVALIAÇÃO. O processo de avaliação será definido juntamente com os alunos, levando-se em consideração atividades que promovam a produção acadêmica.&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO:&lt;br /&gt;1º Modulo - Princípios e conceitos&lt;br /&gt;01/04 e 08/04  ( Prof. Maurício Mangueira)&lt;br /&gt;a) Apresentação do curso&lt;br /&gt;b) Introdução e contextualização histórica do conceito processos de subjetivação&lt;br /&gt;c) Uma ontologia sem ser: as multiplicidades. Sentido e valor. Corpo: ativo e reativo&lt;br /&gt;Textos&lt;br /&gt;1. Gilles Deleuze: Nietzsche e a filosofia.  Ítens: Cap. 1. 1; 2 e 3. Cap. 2. 1; 2; 3; Cap. 3. 1; 7.&lt;br /&gt;2. Gilles Deleuze e Félix Guattari: Mil Platôs 1. Prefácio para a edição italiana&lt;br /&gt;3. Michel Foucault: Sobre a genealogia da Ética: uma visão do trabalho em andamento. Entrevista a Dreyfus e Rabinow,1983&lt;br /&gt;4. Michel Foucault: O retorno da moral. Entrevista a Gilles Barbedette e André Scala,(1984)&lt;br /&gt;15/04 e 22/04  (Prof. Kleber Matos)&lt;br /&gt;Temas: Dispositivos de objetivação e de subjetivação modernos: disciplina, biopoder, sexualidade, exame e confissão.&lt;br /&gt;Textos:&lt;br /&gt; De Dreyfus e Rabinow. Dreyfus e Rabinow. “Foucault: uma trajetória filosófica”. Cap. V. Analítica interpretativa. Cap. VI. Da hipótese repressiva ao Biopoder.&lt;br /&gt;Cap. VII . A genealogia do indivíduo moderno como objeto. Cap.VIII. A genealogia do indivíduo moderno como sujeito&lt;br /&gt;29/04 e 06/05 ( Prof(a). Liliana da Escóssia)&lt;br /&gt;Tema:  Processo de individuação: gênese do indivíduo e o conceito de dobra&lt;br /&gt;Textos:&lt;br /&gt;Gilbet Simondon: A Gênese do indivíduo. In Peter Pelbart e Rogério Costa(Org.). O Reencantamento do Concreto. São Paulo: Hucitec/EDUC, 2003. &lt;br /&gt;Gilles Deleuze: As dobras, ou o de-dentro do pensamento. In Gilles Deleuze – Foucault, p. 127&lt;br /&gt;Liliana da Escóssia: O coletivo como co-engendramento do indivíduo e da sociedade. Cap. 2. p. 77-84&lt;br /&gt;2º Modulo:  O campo da prática&lt;br /&gt;13/05 e 20/05   (Prof. Maurício Mangueira)&lt;br /&gt;a) Pensar o Atual: Intervenção ou interferência?&lt;br /&gt;b) Pesquisa ação/participante, o método cartográfico.&lt;br /&gt;Textos:&lt;br /&gt;Gilles Deleuze: Os intercessores, in Deleuze, Gilles - Conversações, p. 151.&lt;br /&gt;Maurício Mangueira: Figurações do pensamento enquanto potência criadora: Figuração 1. O campo da prática e Figuração 2. Cinco questões a respeito da prática de pesquisa heterogenética..I; in Microfísica das criações parciais.&lt;br /&gt;27/05 e 03/06 (Prof(a). Liliana da Escóssia )&lt;br /&gt;a) Relação e prática&lt;br /&gt;Texto:&lt;br /&gt;Paul Veyne: Foucault revoluciona a história.In Paul Veyne. Como se escreve a história; Foucault revoluciona a história&lt;br /&gt;10/06 e 17/06 (Prof. Kleber Matos)&lt;br /&gt;a) Modos de produção do eu e do corpo na contemporaneidade.&lt;br /&gt;Textos:&lt;br /&gt;Nicolas Rose. Inventando nossos eus. in Tomaz Tadeu da Silva (org.)&lt;br /&gt;Nunca fomos humanos&lt;br /&gt;3º Modulo: Neste módulo, composto por três encontros (dias 01/07, 08/07 e 15/07) serão analisados alguns temas de interesse dos alunos, a partir dos princípios, conceitos e campo da prática dos módulos anteriores. Os temas serão definidos com o grupo de alunos.&lt;br /&gt;Sugestão de temas: corpo, tempo, loucura, saúde-doença, ambiente, políticas da psicologia, clínica e política, subjetividade, autonomia, cognição, formação e trabalho.&lt;br /&gt;Bibliografia Utilizada&lt;br /&gt;DELEUZE, Gilles. - Nietzsche, Ed. Rio, 1976. Ítens: Cap. 1. 1; 2 e 3. Cap. 2. 1; 2; 3; Cap. 3. 1; 7.&lt;br /&gt;_____________ - Foucault. São Paulo: Brasiliense, 1988.&lt;br /&gt;_____________  - Conversações. Rio de Janeiro: Ed.34, 1992. Cap. III e IV&lt;br /&gt;DELEUZE, Gilles e GUATTARI, Félix. - Mil Platôs 1. Rio de  Janeiro: Ed. 34, 1995. Prefácio para a edição italiana.&lt;br /&gt;DREYFUS, Humbert e RABINOW, Paul – Foucault, uma trajetória filosófica, para além do estruturalismo e da hermenêutica. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995.&lt;br /&gt;ESCÓSSIA, Liliana da - O coletivo como co-engendramento do indivíduo e da sociedade. Tese doutorado. Rio de Janeiro: UFRJ, 2004.&lt;br /&gt;MANGUEIRA, Maurício: Microfísica das criações parciais. Pensamento, subjetividade e prática a partir de Nietsche e Deleuze. Sergipe: EDUFS/Oviêdo Teixeira, 2001.&lt;br /&gt;ROSE, Nicolas. - Inventando nossos eus. (in) Tomaz Tadeu da Silva (org.). Nunca fomos humanos: nos rastros do sujeito . Belo Horizonte: Autêntica, 2001&lt;br /&gt;SIMONDON, Gilbert. - A  Gênese do indivíduo. In PELBART, P. e COSTA, Rogério(Org.)O Reencantamento do Concreto. São Paulo: Hucitec/EDUC, 2003. &lt;br /&gt;VEYNE, Paul. - Como se escreve a história; Foucault Revoluciona a História. Brasília: UnB, 1982.&lt;br /&gt;Bibliografia Complementar&lt;br /&gt;DEMO, P. “Elementos metodológicos da pesquisa participante”; In BRANDÃO, Carlos Rodrigues (org). Repensando a Pesquisa Participante. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985, p.104-130.&lt;br /&gt;FALS BORDA, Orlando.- “Aspectos teóricos da pesquisa participante: considerações sobre o significado e o papel da ciência na participação popular”; In BRANDÃO, Carlos Rodrigues (org). Pesquisa Participante. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985, p. 42-62.&lt;br /&gt;FOUCAULT, M. - Nietzsche, a genealogia e a história. In Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979.&lt;br /&gt;____________ - Sobre a genealogia da Ética: uma visão do trabalho em andamento. Entrevista a Dreyfus e Rabinow,1983. in ESCOBAR, C. H.(Org) Dossier Foucault. Rio de Janeiro; Taurus editora, 1984. p. 41-70.&lt;br /&gt;_____________ - O retorno da moral. Entrevista a Gilles Barbedette e André Scala, 1984. In in ESCOBAR, C. H.(Org) Dossier Foucault. Rio de Janeiro; Taurus editora, 1984. p. 128-138.&lt;br /&gt;GOLDMAN, M. - Objetivação e Subjetivação no Último Foucault. In: Guilherme Castelo Branco; Luiz Felipe Baeta Neves. (Org.). Michel Foucault. Rio de Janeiro: Editora Nau e Edições CEFIL, 1998, v. , p. 85-104.&lt;br /&gt;THIOLLENT, Michel. “Notas para o debate sobre pesquisa ação”. In BRANDÃO, Carlos Rodrigues (org). Repensando a Pesquisa Participante. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985, p. 82-103.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070837657520932102-2075088246529791847?l=dobrasdasala.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/feeds/2075088246529791847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7070837657520932102&amp;postID=2075088246529791847&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/2075088246529791847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7070837657520932102/posts/default/2075088246529791847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://dobrasdasala.blogspot.com/2008/03/tpicos-avanados-em-psicologia-social-e.html' title='TÓPICOS AVANÇADOS EM PSICOLOGIA SOCIAL E POLÍTICA (2008-01)'/><author><name>Kleber</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_QFrtacFnPyI/Sx9tG6J3gjI/AAAAAAAAACA/AA-0wSFsH2w/S220/DSC00235.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
